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Mais de 220 mil desalojados. Meios de combate às chamas reforçados em França
O ministro francês do Interior já avisou que o incêndio em Gironda "será demorado de combater".
França enfrenta fogos de dimensão histórica. Esta noite foram retiradas de casa, em Gironda, mais 55 mil pessoas. Ao todo são já mais de 220 mil os residentes que tiveram de abandonar as habitações.
A manhã deste domingo está a ser aproveitada para reforçar os meios de combate às chamas. Estão no terreno mais de 750 bombeiros, mil militares e 1.700 elementos das forças de segurança. Há ainda 18 meios aéreos a operar.
A autoestrada A63, entre Bordéus e Espanha, está encerrada num troço de 60 quilómetros.
Pelo menos 140 casas foram atingidas pelas chamas, numa altura em que cerca de 42 mil hectares de floresta e mato estão reduzidos a cinzas na zona de Bordéus.
Os ventos fortes alimentaram as chamas durante a noite, acelerando a propagação do incêndio que está fora de controlo desde meados da semana, segundo um comunicado das autoridades.
A manhã deste domingo está a ser aproveitada para reforçar os meios de combate às chamas. Estão no terreno mais de 750 bombeiros, mil militares e 1.700 elementos das forças de segurança. Há ainda 18 meios aéreos a operar.
A autoestrada A63, entre Bordéus e Espanha, está encerrada num troço de 60 quilómetros.
A circulação ferroviária também foi interrompida a sul de Bordéus em vários troços. A empresa de comboios francesa estima que haja supressões de serviços ao longo do dia de hoje.
Este incêndio já está entre os maiores registados em França desde a Segunda Guerra Mundial.